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Período de campanha
28/05/2014 - 27/07/2014 (60 dias)
Turismo de experiência na Península de Maraú

Proposto por

Garupa

Garupa

Sustentabilidade

Os moradores da Vila do Saleiro, na Península de Maraú (BA), querem um centro cultural para compartilhar suas tradições com visitantes.

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Project donors
87
apoiadores
Project values
R$ 52.481
atingidos de R$ 22.927
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Notícias sobre a realização da iniciativa

O centro cultural da Vila do Saleiro já tem parte da estrutura montada, piso e uma nova placa, feita pela comunidade. As paredes começaram a ser levantadas por meio de mutirões, que devem continuar até o final de 2015. A previsão é que a inauguração ocorra na primeira semana de dezembro, mas o lugar já abriga aulas de capoeira e confraternizações, que reúnem moradores e visitantes.

Sobre o projeto

Com praias, lagoas e manguezais intocados e uma cultura nativa ainda autêntica, Maraú, na Bahia, tem recebido mais turistas a cada ano. Uma das joias do turismo na região é a navegação pela Baía de Camamu, a terceira maior do país. Os barcos para o passeio partem do Porto do Jobel, pertinho da Vila do Saleiro, onde vive uma comunidade cada vez mais empregada nas pousadas e restaurantes dali. Neste projeto, os moradores da vila e o Instituto Promar de Desenvolvimento Sustentável de Maraú buscam recursos para construir um centro cultural e comunitário no Saleiro. Um lugar para visitantes e moradores se reunirem em torno do artesanato, da capoeira e das tradições culturais mais significativas do lugar.

Qual a ideia?

Construir um centro comunitário multiuso, de aproximadamente 200 metros quadrados, com um palco para shows culturais, dois banheiros e duas salas para oficinas e cursos abertos a moradores e turistas, além de área externa coberta para abrigar festas e pontos de venda de quitutes e artesanato locais.

Como o projeto surgiu?

A ideia nasceu da necessidade de ordenar o crescimento da região da Vila do Saleiro, de modo que ele não desvirtue o potencial sustentável do turismo da Península de Maraú. O novo centro tem o propósito duplo de servir tanto a comunidade local quanto os turistas que passam pela vila. Localizada no ponto de onde saem os passeios para a baía de Camamu, com seu novo centro a Vila do Saleiro irá ampliar as opções turísticas de quem está indo ou voltando do passeio de barco. O visitante poderá usufruir de atividades típicas da região, como uma aula de capoeira, provar pratos da culinária baiana, como o acarajé, e levar para casa lembrancinhas do artesanato local (o Instituto Promar identificou que uma queixa comum entre os visitantes da área é a baixa oferta de souvenires). Ao mesmo tempo, abrigando atividades educacionais, esportivas e recreativas, o centro irá servir como ponto de encontro de moradores, oferecendo uma estrutura que agrega a comunidade. No espaço, que irá funcionar como um porto seguro para as crianças da vila, serão acomodadas algumas atividades que já acontecem na região, porém em lugares que são emprestados e ficam mais distantes. Os habitantes irão receber oficinas de capacitação e um espaço para comercializar o fruto de seus trabalhos. Toda comunidade participou do diálogo, e foi a partir das necessidades levantadas pelos próprios moradores que o projeto do centro foi desenhado.

Pra quem ele traz benefícios?

Por enriquecer sua experiência turística, o projeto beneficia todos os visitantes da região. Mas, prioritariamente, o benefício será das 110 famílias da Vila do Saleiro, em sua maioria nativa da região e de baixa renda. São muitas as crianças e jovens sem atividades pós-escolares, e o centro irá suprir essa falta com aulas de capoeira, costura, artesanato, informática, entre outras. As oficinas de capacitação voltadas para os adultos irão fortalecer suas fontes de renda e, ao mesmo tempo, colaborar para a manutenção de atividades produtivas nativas, que correm atualmente o risco de extinção – como o trabalho com cestarias, trançados e produtos com coco e a fabricação de farinha de mandioca, óleo de coco e dendê. Pretende-se, por exemplo, ampliar a qualidade e o volume do mel que já é produzido na região. Além disso, uma vez que o edifício será construído utilizando material local, com foco em responsabilidade ambiental, a própria construção será fonte de: empregos, renda, educação ambiental e formação de mão de obra especializada (que irá se tornar capacitada a atuar com construções ecologicamente corretas, com pouco uso de energia elétrica e reciclagem de resíduos sólidos).

Qual é a meta?

Esta campanha pretende arrecadar R$22.927,00

Eles serão gastos assim: - Material de construção: R$ 4.900 - Pagamento de parte da mão-de-obra: R$ 2000 - Madeiras e Telhado: R$ 12.950 - Aluguel de Betoneira: R$ 300 - Poço: R$ 350 - Recompensas: R$ 1280 - Taxa financeira estimada: R$ 1147

O terreno está sendo cedido pelo Instituto Promar. O projeto arquitetônico foi doado pelo arquiteto Marcel Maison. Parte da mão-de-obra será assumida pelos próprios habitantes da vila, em esquema de mutirões.

Quem somos

O Instituto Promar – Instituto de Desenvolvimento Sustentável da Península do Maraú – atua na região desde 1997, por meio de várias ações nas áreas de educação e desenvolvimento sustentável. O instituto é mantido pela pousada Lagoa do Cassange, comprometida com o turismo social e ecologicamente responsável. O Promar faz parte dos Conselhos Municipais de Turismo e Agricultura e da Rede de Escolas Waldorf do Brasil. Seus membros são ativos na comunidade, e alguns deles participam do Conselho de Meio Ambiente da prefeitura e da Associação de Moradores.

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Este projeto foi bem-sucedido e foi financiado em 27/07/2014
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